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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Biografias e livros de memórias lançados em 2019 que você precisa ler

Não é nem de longe uma novidade o encantamento do público com livros de memórias. As biografias e suas vertentes próximas sempre figuraram no topo das listas de itens mais vendidos nas livrarias. Claro, quem nunca quis poder mergulhar nos pensamentos de um ídolo, passear livremente por bastidores ou mesmo reviver situações ou fases icônicas? Sucesso de público e crítica, esse gênero se consagrou mais uma vez em 2019 ao promover momentos de honra, emoção e glória a nós, bons leitores.

Em meio a tanto, também pudemos seguir viagem rumo a horizontes que se distanciam do glamour. Abraçamos os dramas de personagens que muita gente trocaria de calçada, só pra não ter que dar um bom dia. As dores da perda, da solidão, da velhice. Ler, afinal, é também se colocar na pele de alguém. Já montou sua lista de leitura pras férias? Caso a resposta tenha sido não, o Ponto Zzero te ajuda reunindo algumas das melhores publicações feitas ao longo deste ano.

João Marcelo Bôscoli, “Elis e eu”

É, só tinha de ser com você. Se para nós, meros mortais, a lembrança de Elis Regina pode ser um misto de afeto e ausência, imagine para aqueles que conviveram com a maior e mais poderosa voz que o Brasil já viu surgir. Em “Elis e eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe”, lançado pela editora Planeta, o produtor musical João Marcelo Bôscoli compartilha com o leitor todas as suas memórias ao lado da mãe, morta em 1982.

Logo na descrição, Bôscoli deixa claro que não há pesquisa externa, consultas bibliográficas ou mesmo a transcrição de conversas. São apenas lembranças suas de uma mulher, que ali não era a cantora, em situações capazes de conferir à sua existência um outro contorno. Uma obra pra ser lida com os discos ao fundo, porque se é pra ser fã de Elis, você precisa se permitir sentir.

Prince, “The Beautiful Ones”

Eleito um dos livros do ano pelo The New York Times. Podemos começar assim a descrição de “The Beautiful Ones”, obra que reúne as memórias inacabadas de Prince, gênio que nos deixou precocemente em 2016. O texto narra em primeira pessoa como uma criança tímida, crescida na década de 1960, absorveu o mundo ao seu redor para criar a persona visionária que o alçou definitivamente aos anais da história. São a genialidade, a imaginação e as palavras precisas de alguém que sempre se entregou por inteiro – mas foi embora cedo demais.

Temos nas mãos um trabalho de curadoria incrível que reúne ainda fotos, manuscritos e anotações nunca antes vistos. Se a morte de Prince hoje, quase quatro anos depois, é vista por você como algo banal, faça o exercício de leitura: você sentirá uma falta avassaladora do ícone. Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento em português – o que não torna a experiência menos interessante. Ótima oportunidade pra praticar o idioma e colocar os discos pra tocar enquanto lê!

Chico Felitti, “Ricardo e Vânia”

Após 13 anos tentando se aproximar de Ricardo da Silva Corrêa, figura conhecida nas ruas de São Paulo pelo ingrato (e ofensivo) apelido de “Fofão da Augusta”, o jornalista Chico Felitti conseguiu ter acesso a sua história de vida e escrever um perfil. Publicado inicialmente no site Buzzfeed Brasil, o conteúdo ganhou milhões de acessos em poucas horas. Tempos depois, se transformou em livro. Em “Ricardo e Vânia”, Felitti resgata a trajetória de dois jovens gays que saem do interior de São Paulo rumo à cidade grande.

O que havia por trás dessas figuras marginalizadas? Um grande amor e uma história que surpreende: nos anos 1970 e 1980, quando fugiu do interior e se estabeleceu em São Paulo ao lado de sua amada Vânia, Ricardo falava inglês e francês, era apaixonado pela arte drag e de rua, tinha status e muita fama – algo que o permitia circular entre as cenas underground e mainstream, onde trabalhava como cabeleireiro. O que aconteceu depois? Uma leitura sensível, que nos faz terminar com os olhos marejados. Quem publica é a Todavia.

Patti Smith, “O Ano do Macaco”

O ano é 2016 e a poetisa do punk, Patti Smith, celebra sozinha, em um quarto de hotel, seu aniversário de 70 anos. Às vésperas do ano novo, seu amigo inseparável Sam Shepard cai de cama e pouco tempo depois morre – no mesmo período em que ela se prepara para uma extensa turnê pelos Estados Unidos. Em seu novo livro de memórias, “O Ano do Macaco”, a maior voz feminina de todos os tempos do punk resgata memórias e divagações feitas ao longo destes que são descritos como os meses mais difíceis de sua vida – sensação potencializada pela polarização política do país graças à eleição de Donald Trump.

Publicado pela Companhia das Letras, o projeto traz mais uma amostra da visceralidade narrativa da autora, premiada em 2010 com o National Book Award. A novidade chegou ao Brasil em um momento super oportuno: em novembro, de passagem pelo país para duas apresentações, Patti conversou com fãs no teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo.  Caso você também se interesse, saiba que há outros livros dela traduzidos para o português – recomendo muitíssimo a leitura de cada um. Em ordem, “Só Garotos”, “Linha M” e “Devoção”. 

Fernanda Montenegro, “Prólogo, Ato, Epílogo”

Uma vida inteira dedicada à arte. Fernanda Montenegro chegou aos 90 anos gloriosa, dedicando-se a mil e um projetos. Um deles foi o lançamento de seu livro de memórias, “Prólogo, Ato, Epílogo”, também lançado pela Companhia das Letras e redigido em parceria com a jornalista Marta Góes.

Afetiva, inteligente e sagaz, a obra promove um delicioso reencontro da atriz com suas origens ao narrar os dramas e aventuras de seus antepassados europeus, percorrer sua infância, o início no rádio, os duros tempos no teatro e os trabalhos que a alçaram ao posto de grande drama da dramaturgia – chegando a, inclusive, concorrer ao Oscar em 1999. Trata-se de um olhar para o passado e um grito de resistência dado no presente. Um dos melhores livros do ano, sem dúvida!

Jotabê Medeiros, “Raul Seixas: Não Diga Que a Canção Está Perdida”

A Todavia lançou em novembro deste ano a biografia “Raul Seixas: não diga que a canção está perdida”, que como o próprio nome diz se empenha em uma reconstrução da vida epopeica de Raul Seixas. Narrando em detalhes como um garoto de classe média de Salvador, fã de Elvis Presley, se tornou em um dos maiores ídolos do pop brasileiro, o livro se propõe a uma série de questionamentos.

Quais caminhos o cantor trilhou até que hits como “Maluco Beleza” e “Sociedade Alternativa” tomassem conta das rádios? Como as drogas e o alcoolismo o derrotaram, em meio a tanta sede de criar? Há mesmo evidências de que o ícone teria entregado o amigo Paulo Freire para o regime militar? De onde vinha tamanha inspiração? De autoria de Jotabê Medeiros, mesmo responsável pela elogiada biografia de Belchior, esta é uma leitura indispensável para os amantes da música brasileira.

Luísa Marilac, “Eu, Travesti”

A vida de Luísa Marilac nem sempre foi fácil. Vinda de uma família conservadora e de classe baixa, aos 16 anos ela levou 7 facadas. Aos 17 se assumiu travesti e, tempos depois, foi vítima do tráfico humano, tendo sido levada para a Europa e obrigada a se prostituir. Estuprada, presa mais de uma vez, ela viu sua vida mudar ao postar um vídeo na internet e ter um bordão seu viralizado: “E disseram que eu estava na pior”.

Além de toda essa bagagem de traumas enfrentada por uma parte considerável dos LGBTQ+, Luísa é também um exemplo de força e resiliência. Ativista, musa e também poeta, ela constrói um relato íntimo de sua trajetória – dedicado, nas palavras da jornalista Nana Queiroz, a todas aquelas que não puderam viver para contar suas histórias.

Debbie Harry, “Face It: A Memoir”

Hey, Blondie! As cantadas baratas que Debbie Harry cansou de escutar pelas ruas de Nova York deram nome a uma das bandas mais fabulosas – e inventivas – de todos os tempos. Com mais de 40 anos de estrada, uma infinidade de hits emplacados e uma legião de fãs ao redor do mundo, o Blondie é hoje sinônimo de longevidade. Após ter passado pelo Brasil no último ano em um show inesquecível no Popload Festival, a musa da new wave decidiu se empenhar na produção de um relato que esmiúça de forma corajosa, bela e muito, muito punk os caminhos que trilhou. Mesclando relatos a peças de arte visual, a artista revela em quase 400 páginas episódios históricos vividos ao lado de gente como Iggy Pop, os Ramones, o Television e David Bowie (que rende uma passagem, digamos, bem inusitada. Sem spoilers!).

O que eu mais gosto nisso tudo? Dona de uma sensibilidade única, Debbie fala sem pompa alguma sobre seu afastamento da música, sua aproximação com o cinema (neste meio tempo rolaram mais de 30 filmes), os desafios da carreira solo e seu retorno triunfante à banda, já nos anos 1990. Ah, e ela também arrasa ao falar sobre seus projetos sociais, alguns deles voltados para a defesa da causa LGBTQ+.

Elton John, “Me, Elton John”

Ainda no embalo de “Rocketman”, elogiada cinebiografia que chegou aos cinemas com Taron Egerton no papel principal, o rei Elton John preparou o lançamento de sua autobiografia. “Eu, Elton John”, já publicada em português pela Planeta, ressalta os altos e baixos que o fizeram atravessar décadas invicto e se tornar mais longevo hitmaker de todos os tempos. Estão na obra relatos de sua infância, no subúrbio de Londres, seu difícil relacionamento com os pais, a descoberta da sexualidade… Elton John não poupa detalhes e também vai fundo em sua relação com o parceiro criativo, Bernie Taupin, bem como episódios que marcaram sua relação com nomes como John Lennon, Freddie Mercury, George Michael e a Princesa Diana – todos seus grandes amigos.

Pra finalizar, ele também fala sobre sua luta em prol dos diagnosticados com AIDS/HIV, além de sua fase mais recente, em que se dedica à família e prepara o encerramento grandioso de sua carreira em uma série de shows mundo afora. Temos aqui uma jornada bonita, poderosa e incrível – da forma que sempre enxergamos Elton.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

8 dicas para lidar com pessoas críticas demais

Aprenda a conviver com pessoas críticas demais sem ser influenciada pelos comentários negativos.

Pessoas críticas demais são aquelas que não conseguem ver nada de positivo nas pessoas e nas coisas. Elas criticam todas atitudes com furor e são ainda mais rígidas quando se trata da opinião que elas tem delas mesmas.

Certamente isso faz muito mal para a pessoa que é assim, mas o pior é que afeta também quem convive com essa pessoa, que acaba absorvendo o negativismo e sofrendo uma onda de desânimo, baixa autoestima e daí para baixo – até uma possível depressão.

Devido à esta péssima influencia que podem ter no emocional de outras pessoas, quem é crítico demais também pode ser chamado por alguns de vampiro de energia – pois essa pessoa acaba “sugando” tudo que há de feliz no outro.

Imagine aquela pessoa que já é insegura ouvir alguém fazer uma crítica forte sobre ela? Isso desanima ainda mais quem já não está muito animado.

Para ajudar a diminuir os efeitos dessas pessoas nos outros, selecionamos oito sugestões de como lidar com pessoas críticas demais e assim você pode aprender a conviver com elas sem ser tão afetado por seus comentários.


1 – Não leve para o lado pessoal

Geralmente as pessoas que são críticas demais são assim com todos os outros com quem ela se relaciona. Por isso não há motivos para levar essas críticas para o lado pessoal. Se essa pessoa parece estar sempre te desencorajando e criticando ferrenhamente tudo que você diz, esteja certa de que ela também faz o mesmo com os outros.

Na dúvida, faça um teste. Tente presenciar uma conversa dessa pessoa com outra e observe se ela também é crítica demais nessa situação. Sendo assim, nada de levar esses comentários para o lado pessoal.

2 – Entenda as mensagens de forma objetiva

Para que o que você ouve deste tipo de pessoa não te faça mal, é preciso ouvir essas mensagens de forma objetiva sem tentar relacionar sentimento à elas. Em vez de reparar em como a pessoa está dizendo algo, preste atenção no que exatamente ela quer dizer.

Desta forma, em vez de ouvir e reagir, você ouve e capta a mensagem correta que a pessoa quis passar. Por exemplo, se uma amiga que é assim te responde que a sua roupa não está bonita ou combinando, isso não quer dizer necessariamente que ela está querendo te ofender dizendo que você não entende nada de moda.

Quando alguém fizer comentários extremamente secos e diretos, não veja isso como uma ofensa, mas entenda que essa é a forma que aquela pessoa usa para se comunicar e talvez até seja a única maneira que ela domine para se comunicar.

3 – Considere essa pessoa uma fonte de feedback verdadeiro

Em geral, pessoas críticas demais podem ser uma fonte de opinião sincera. Se não gostam de algo, certamente não vão esconder isso de quem quer que seja – mesmo sabendo que podem magoar alguém. Por isso, essas pessoas podem ser uma boa fonte de feedback verdadeiro.

4 – Descubra porque certos comentários te abalam

Quando algo te magoar, vá até a raiz do problema. Se alguém criticou seu visual e você se ofendeu, será que foi realmente por causa do que a pessoa disse ou sua opinião própria sobre seu visual anda meio abalada? Descubra quais são seus pontos fracos – seu calcanhar de Aquiles – e invista na recuperação da imagem que você tem de si. Desta forma será mais fácil não ser atingida por esses comentários e críticas.

5 – Não peça opiniões se não estiver pronto para ouvir

Uma coisa é certa: se você pedir opinião à pessoas críticas demais, terá que ser forte para encarar a resposta. Caso você já esteja inseguro quanto ao assunto, é melhor deixar para perguntar para outra pessoa. Porque um comentário negativo a respeito de algo que já está incerto pode causar um resultado desastroso.

6 – Não dê tanto valor às críticas

As pessoas costumam atribuir um grande valor à opinião alheia e quando isso se refere à opinião de pessoas próximas, o valor é ainda maior. Porém, quando se trata da opinião de pessoas próximas, mas que são críticas demais, essa atribuição de valor pode ter um sério impacto na sua vida.

Valorizar demais a opinião de pessoas excessivamente críticas pode te levar acreditar que você não tem nada de bom, que tudo no mundo é negativo e que você não deve investir em tentativa alguma – afinal o que essas pessoas mais fazem é desencorajar as idéias e vontades do outro.

Levando isso em consideração, mesmo que a pessoa seja alguém que você ame muito, procure não valorizar tanto a opinião dessa pessoa – especialmente a seu respeito. E invista em você mesma, acredite em você e deixe as críticas um pouco de lado.

7 – Seja bondosa com pessoas assim

Essas pessoas críticas demais não são assim porque ficam felizes em fazerem comentários negativos a respeito de tudo e todos, elas são assim por terem uma infelicidade tão grande dentro de si que acreditam ser impossível achar algo de bom no mundo. E o fato de estarem sempre criticando tudo faz com que isso se torne uma bola de neve, porque quando mais ela se autocritica, mais ela destrói a imagem que tem de si. E quanto mais ela critica os outros, mais ela destrói a esperança que o ser humano pode ter de ser feliz.

Em vista disso, podemos perceber que essas pessoas não precisam ser julgadas ainda mais, elas já se julgam em excesso e com muita rigidez. Elas precisam de carinho, afeto e precisam que os outros as mostrem que há coisas maravilhosas para serem descobertas a respeito da vida.

8 – Evite pessoas extremamente críticas

Se mesmo com todos esses conselhos você acha que ainda é muito afetado negativamente pelos comentários e críticas dessas pessoas, o ideal é ignora-los. Se você não consegue conviver com quem é crítico demais sem sofrer influencia do negativismo dessas pessoas, é melhor mesmo se afastar delas e evitar conversas com essas pessoas.

Mas, se você não pretende se afastar desse alguém porque ama ele ou ela, invista em atitudes positivas e encoraje uma visão mais positiva do mundo. Combata a crítica com elogios, isso pode “desarmar” a pessoa excessivamente crítica e ajuda-la a conviver melhor com outras pessoas.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

DEUS SÓ TIRA ALGO DE NÓS SE FOR PARA DAR ALGO MELHOR AINDA

Vivemos num mundo onde muitas vezes nos decepcionamos, com pessoas que convivemos, que fazem parte de nosso dia, e principalmente que amamos incondicionalmente, exatamente por isso temos maior facilidade de nos decepcionar, porque acabamos criando em nossas mentes e acreditamos que elas sejam praticamente, como super-heróis, e heroínas, e ao vermos que elas também falham, surte um efeito doloroso.

Quanto a perda de pessoas, objetos, algo que realmente queremos, muitas vezes, não conseguimos simplesmente entender, e ficamos, nos martirizando do porque disso acontecer justamente com nós, sendo assim ao perder algo que realmente, queríamos, almejávamos, a decepção é certa, pensamos aonde foi que erramos, e o que poderia ter sido diferente?

Mas muitas vezes esquecemos, que quando Deus permite que nós perdemos algo que realmente, amávamos, ou queríamos, pode ser porque ele quer nos dar algo melhor, ou simplesmente, porque ainda não é chegada a hora, de o termos.

Quando as coisas parecem ser difíceis claro que não devemos desistir na hora, porque Deus quer ver qual o preço que realmente estamos dispostos a pagar, para obter o que queremos, e se realmente somos merecedores. É necessário lutar, porque sem lutas, não há vitórias, e sem vitórias não há realizações, uma coisa leva a outra.

Devemos dar o nosso melhor, no que for, pedir auxílio de Deus em tudo, devemos ser dependentes dele, e aceitar, sua vontade, porque só ele tem a plena certeza do que realmente é bom para nós... Precisamos lutar, não devemos desistir do que queremos.  As adversidades podem acontecer, mas quando Deus quer não há quem o impeça de fazer, quantas vezes você achava que não tinha mais solução, para um determinado assunto, e de repente vê tudo se encaminhando, tudo sendo guiado, como se uma mão colocasse as coisas no seu devido lugar? Acontece que não parece uma mão, é a mão de Deus que se move ao seu favor.

E se realmente ele não conceder o que teu coração deseja, é porque ele tem preparado algo melhor pra você, lute, e quando for a hora certa vai acontecer.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Conheça Ouro Preto e cidades históricas mineiras na Páscoa

Um dos principais destinos religiosos do Brasil atrai visitantes pela festividade e surpreende pela sua arquitetura e história.

A cidade de Ouro Preto, antiga Vila Rica, é considerada uma das maiores riquezas de Minas Gerais, localizada a 95 km da capital Belo Horizonte.

Patrimônio Histórico da Humanidade, a cidade atrai turistas por sua importância histórica e seu conjunto de construções em estilo barroco.

Ouro Preto também abriga opções para quem gosta de curtir a natureza, como cachoeiras, mirantes, trilhas e rios.

A cidade tem uma maneira peculiar de celebrar a quaresma e a Semana Santa. Por características de sua formação, a cidade possui duas igrejas matrizes, a Basílica de Nossa Senhora do Pilar e o Santuário de Nossa Senhora da Conceição, que se revezam na celebração.

Casarios em estilo colonial de Ouro Preto

Na Semana Santa o movimento é grande. Muita gente vem de longe para conferir as belezas das procissões e dos tapetes de flores e serragens que colorem ruas e ladeiras. Para fugir do burburinho, as opções são embarcar na antiga maria-fumaça que leva à vizinha Mariana ou seguir para o Pico do Itacolomi, protegido em um parque estadual com 75 km² repletos de mirantes naturais.

Ouro Preto também abriga opções para quem gosta de curtir a natureza, como cachoeiras, mirantes, trilhas e rios.

Ouro Preto é um dos principais destinos de turismo do Brasil e do mundo e suas ladeiras e calçamentos da época, esculturas, igrejas, pequenas sacadas, um aglomerado de telhados em formas geométricas, atraem a atenção do visitante.


Curiosidades

Dois personagens são lembrados por suas obras e movimentos: Tiradentes e Aleijadinho.

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi enforcado a 21 de abril de 1792. Seu corpo foi esquartejado e sua cabeça foi erguida em um poste em Vila Rica (hoje Ouro Preto).

Detalhe do interior da igreja São Francisco de Assis

A cidade não é só história. Há festivais culturais o ano inteiro e eventos como Carnaval, Corpus Christi, Cineop (Mostra de Cinema de Ouro Preto) e Semana do Aleijadinho atraem milhões de pessoas.

Infraestrutura

Ouro Preto tem uma completa infraestrutura para receber os turistas, com bons hotéis, pousadas, locadora de veículos, agências bancárias e hospitais.

Ouro Preto tem uma boa infraestrutura de serviços

Folders e mapas são encontrados com facilidade. Eles indicam todas as igrejas, museus, chafarizes, mirantes, passeios ecológicos, parques e alguns locais interessantes, como a Casa da Ópera (Teatro Municipal), o mais antigo teatro em funcionamento em toda a América Latina e o primeiro do Brasil.

Pintura de Ataíde, no teto da Igreja São Francisco de Assis

A igreja São Francisco de Assis encanta visitantes e devotos por seu projeto arquitetônico assinado por Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e pelas pinturas de Manuel da Costa Ataíde. O início de sua construção ocorreu em 1766. O ingresso cobrado é um valor simbólico e justo para a manutenção do local, feito pelas Irmandades.


Mariana

Mariana, a 12 km de Ouro Preto, a primeira capital de Minas Gerais, encanta pelas paisagens e por ser parte de nossa história.

O conjunto arquitetônico da primeira cidade de Minas Gerais foi desenhado pelo poder do ouro, e isto é percebido na ornamentação.

Estação Ferroviária em Mariana (MG)

Mariana está inserida no Circuito do Ouro e compõe um dos mais magníficos conjuntos barrocos do mundo. A mineração ainda é a principal atividade econômica da cidade, mas aos poucos o turismo vem conquistando seu espaço.

A estação ferroviária foi reformada e em 2006 passou a funcionar como estação final do trem turístico de Ouro Preto a Mariana. Todo o espaço e prédio da antiga estação foram aproveitados.

Viagem de Maria Fumaça

Trem que faz o trajeto entre Mariana e Ouro Preto

A bordo do trem, restaurado para os turistas, trilhos, paisagens e sensações são como uma viagem no tempo. São 18 km de extensão entre Mariana e Ouro Preto, percorridos em um trajeto de 1 hora. Imperdível.

A estação, o embarque, o som do trem, tudo nos transporta ao passado através de túneis e paisagens deslumbrantes.

Trem na estação de Mariana

Caminhando em sentido a Congonhas, 48 km de Ouro Preto, o cenário proporciona mais um banho de cultura.

Congonhas

Congonhas possui um expressivo conjunto de riqueza barroca do maior artista do gênero no Brasil: Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido pelo apelido Aleijadinho.

Doze profetas de Aleijadinho no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas.

Obras do artista, reconhecidas no mundo inteiro, muitas delas ao ar livre, contracenado com montanhas, céu lindíssimo e Igrejas majestosas.

Um pardo que brilhava pelo talento, que mesmo com uma doença degenerativa, espalhou seu talento por Minas Gerais. Um mestre em expressar em suas obras, serenidade, harmonia e equilíbrio.

Detalhe de um dos profetas de Aleijadinho

O Santuário do Bom Jesus de Matosinhos –tombado pelo Iphan, em 1939, como Patrimônio Histórico Nacional, foi considerado Patrimônio Mundial da unesco em 198- – é um conjunto arquitetônico e paisagístico formado por uma basílica, e seis capelas com cenas da Paixão de Cristo e os 12 profetas confeccionados em pedra-sabão dispostos na frente da igreja. Há ao todo 78 esculturas em tamanho natural.

Imagens dos Passos da Paixão de Cristo em Congonhas

Um estudo preciso das obras do mestre demonstra variações que comprovam a intercessão de terceiros. Aleijadinho, nesta época, já estava gravemente mutilado por uma misteriosa doença, que pesquisadores acreditaram ser lepra. E acredita-se que outros artífices, seguidores de Aleijadinho, tenham bastante participação na confecção de algumas obras.

Imagens dos Passos da Paixão de Cristo em Congonhas

O sacro caminho desenrola-se em zigue-zague, subindo por uma ladeira simbólica na qual se organizavam procissões de penitência para expiar as culpas da sociedade opulenta do final do século 18 neste importante centro minerário do Novo Mundo.

Para aqueles que querem se aventurar mais, conheça a Cachoeira do Brumado, Pico do Itacolomi, Gruta da Lapa e Mina da Passagem.

Detalhes do casario de Tiradentes

De lá, seguindo para Tiradentes, o cenário de obras artísticas e clima que a cidade transmite, muda sensivelmente.

Tiradentes foi uma das cidades que mais teve ouro de superfície no Brasil, e graças a isso se desenvolveu.

As ladeiras de Tiradentes

Tiradentes está inserida no circuito Turístico da Estrada Real. A cidade possui fácil acesso aos grandes centros pelas rodovias BR-040 e BR-381 (Fernão Dias) que são interligadas pela BR-265, principal via de acesso a cidade.

Igreja Matriz de Santo Antonio, Tiradentes

Ao pé da Serra São José, desfrute de passeios, bares e restaurantes típicos da culinária Mineira e internacional, pousadas e artesanato que varia desde a prata, passando pelo estanho, ferro, móveis e pinturas. Não faltam por lá atrativos naturais como o balneário de Águas Santas (fontes termais).

Espalhadas pela cidade você encontra lojas e artesãos diversos, e uma tranqüilidade típica do interior, sem glamour ou badalações, o que atrai turistas o ano todo.

As pacatas ruas de Tiradentes

Há opções de roteiros de turismo ecológico, caminhadas ecológicas, cachoeiras, cicloturismo, cavalgadas, rapel, passeios de jipe e bote.

Dicas

• Pode optar em viajar com seu próprio carro ou se locomover de avião até Belo Horizonte. Por lá encontrará receptivos preparados para essa city pela região e até locadoras de automóveis.
• Procure, se possível, evitar calçados altos. Dê preferência a tênis.

Distâncias

Belo Horizonte – Ouro Preto 104 km
Ouro Preto – Mariana 14 km
Ouro Preto – Congonhas 55 km
Congonhas – Belo Horizonte 87 km

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Livro de Fernanda Young está entre finalistas do Prêmio Jabuti

O Prêmio Jabuti, mais importante honraria do mercado editorial brasileiro, revelou na tarde desta segunda-feira os finalistas de sua 61ª edição. A lista premiará trabalhos nas áreas de Literatura, Ensaios, Livro e Inovação em 19 categorias.

Entre os finalistas estão a escritora e roteirista Fernanda Young, mora em agosto de 2019 aos 49 anos, vítima de uma crise de asma. Ela concorre na categoria crônica com seu último livro, “Pós-F: Para Além do Masculino e do Feminino”. A autora Elvira Vigna também está na disputa com seu livro póstumo, “Kafkianas”.

Somente em 2019 foram feitas 2.103 inscrições no prêmio – número superior em 15% ao registrado no ano passado. A presente edição também simboliza o ápice de uma série de mudanças feitas na estrutura e organização do reconhecimento.

Até 2017, era anunciada nesta data a lista de vencedores, e não a de finalistas. As únicas categorias que seguiam no absoluto mistério eram as de Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não Ficção. Neste ano, o Prêmio Jabuti 2019 homenageia a escritora brasileira Conceição Evaristo, que será coroada como Personalidade Literária do Ano.

Os vencedores de cada categoria recebem R$ 5 mil e uma estatueta, enquanto o finalista de Livro do Ano ganha R$ 100 mil. A noite de gala do evento será realizada no dia 28 de novembro no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo.


Confira a lista completa:

Eixo Literatura

Conto

Título: Alguns humanos | Autor(a): Gustavo Pacheco | Editora(s): Tinta-da-china Brasil
Título: Bagageiro | Autor(a): Marcelino Freire | Editora(s): José Olympio
Título: Das pequenas corrupções cotidianas que nos levam à barbárie e outros contos | Autor(a): Rodrigo Novaes de Almeida | Editora(s): Editora Patuá
Título: Kafkianas | Autor(a): Elvira Vigna | Editora(s): Todavia
Título: Nequice lapso na função supressora | Autor(a): Camila Passatuto | Editora(s): Editora Penalux
Título: O sol na cabeça | Autor(a): Geovani Martins | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Os animais domésticos e outras receitas | Autor(a): Luana Cnhaiderman | Editora(s): Editora Perspectiva
Título: Reserva natural | Autor(a): Rodrigo Lacerda | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Sebastopol | Autor(a): Emilio Fraia | Editora(s): Alfaguara / Companhia das Letras
Título: Um beijo por mês | Autor(a): Vilma Arêas | Editora(s): Luna Parque

Crônica

Título: A arte de querer bem | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Estação Brasil
Título: A Invenção dos Subúrbios | Autor(a): Daniel Francoy | Editora(s): Edições Jabuticaba
Título: A rua do tempo: uma escrita fora do mapa | Autor(a): Eduardo Carvalho | Editora(s): Editora Jaguatirica
Título: A vida pela bola | Autor(a): Luiz Guilherme Piva | Editora(s): Editora Iluminuras
Título: O que eu tô fazendo da minha vida? | Autor(a): Daniel Bovolento | Editora(s): Editora Planeta
Título: Onde se amarra a terra vermelha | Autor(a): Marco Aurélio Cremasco | Editora(s): Nave Editora
Título: Perambule | Autor(a): Fabrício Corsaletti | Editora(s): Editora 34
Título: Pós-F: para além do masculino e do feminino | Autor(a): Fernanda Young | Editora(s): LeYa
Título: Refúgio no sábado | Autor(a): Míriam Leitão | Editora(s): Intrínseca
Título: Velhos são os outros | Autor(a): Andréa Pachá | Editora(s): Intrínseca

Histórias em Quadrinhos

Título: Ânsia eterna | Autor(a): Verônica Berta | Editora(s): SESI-SP Editora
Título: Bendita cura – Volume 1 | Autor(a): Mário César | Editora(s): EntreQuadros
Título: Cangaço overdrive | Autor(a): Zé Wellington, Walter Geovani | Editora(s): Draco
Título: Eles estão por aí | Autor(a): Bianca Pinheiro, Greg Stella | Editora(s): Todavia
Título: Graphic MSP – Jeremias: Pele | Autor(a): Rafael Calça, Jefferson Costa | Editora(s): Panini, Mauricio de Sousa
Título: O idiota: o clássico de Fiódor Dostoiévski em quadrinhos | Autor(a): André Diniz | Editora(s): Quadrinhos na Cia / Companhia das Letras
Título: Quem matou o Caixeta? | Autor(a): Rainer Petter | Editora(s): Editora Avec
Título: Raul | Autor(a): Alexandre De Maio | Editora(s): Editora Elefante
Título: Saudade | Autor(a): Melissa Garabeli, Phellip William | Editora(s): Autor Independente
Título: Todos os Santos | Autor(a): Marcello Quintanilha | Editora(s): Veneta
Infantil
Título: A Avó Amarela | Autor(a): Júlia Medeiros, Elisa Carareto | Editora(s): ÔZé Editora
Título: Casa de passarinho | Autor(a): Ana Rosa Costa, Odilon Moraes | Editora(s): Editora Positivo
Título: Chão de peixes | Autor(a): Lúcia Hiratsuka | Editora(s): Pequena Zahar
Título: Donana e Titonho | Autor(a): Ninfa Parreiras | Editora(s): Paulinas
Título: Enreduana | Autor(a): Mariana Massarani | Editora(s): Companhia das Letrinhas / Companhia das Letras
Título: Minha família Enauenê | Autor(a): Maria Rita Valadão Carelli | Editora(s): FTD Educação
Título: O galo gago | Autor(a): Antonio Carlos Secchin | Editora(s): Editora Rocco
Título: Olavo | Autor(a): Odilon Moraes | Editora(s): Jujuba Editora
Título: Papo reto e papo curvo | Autor(a): João Luiz Guimarães, Rosinha Bezerra | Editora(s): Editora do Brasil
Título: Segredos de uma vida no museu | Autor(a): Ana Rapha Nunes | Editora(s): Editora InVerso

Juvenil

Título: 80 degraus | Autor(a): Luís Dill | Editora(s): Palavras Projetos Editoriais
Título: A coisa brutamontes | Autor(a): Renata Penzani | Editora(s): Companhia Editora de Pernambuco
Título: A grande assembleia dos bichos pestilentos e peçonhentos | Autor(a): Ivan Jaf | Editora(s): Trioleca Casa Editorial
Título: Antonino Peregrino | Autor(a): Osvaldo Costa Martins | Editora(s): Autor Independente
Título: As novas aventuras de Guaracy | Autor(a): Paulo Virgilio D’Auria | Editora(s): Autor Independente
Título: Clarice | Autor(a): Roger Mello | Editora(s): Global Editora
Título: História guardadas pelo rio | Autor(a): Lúcia Hiratsuka | Editora(s): Edições SM
Título: Horas Mortas | Autor(a): Antônio Schimeneck | Editora(s): Ama Livros
Título: O Cão e o Curumin | Autor(a): Cristino Wapichana | Editora(s): Editora Melhoramentos
Título: O dia em que a minha vida mudou por causa de um pneu furado em Santa Rita do Passa Quatro | Autor(a): Keka Reis | Editora(s): Seguinte / Companhia das Letras

Poesia

Título: Aquenda: o amor às vezes é isso | Autor(a): Luna Vitrolira | Editora(s): Livre
Título: Carvão : : capim | Autor(a): Guilherme Gontijo Flores | Editora(s): Editora 34
Título: Enclave | Autor(a): Marcelo Labes | Editora(s): Editora Patuá
Título: Fundo Falso | Autor(a): Mônica de Aquino | Editora(s): Relicário Edições
Título: Graphophobia | Autor(a): Glauco Mattoso | Editora(s): Editora Patuá
Título: Lua na jaula | Autor(a): Ledusha Spinardi | Editora(s): Todavia
Título: Nenhum mistério | Autor(a): Paulo Henriques Britto | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Nuvens | Autor(a): Hilda Machado | Editora(s): Editora 34
Título: Os postais catastróficos | Autor(a): Ismar Tirelli Neto | Editora(s): 7Letras
Título: um corpo negro | Autor(a): Lubi Prates | Editora(s): nosotros, editorial

Romance

Título: A biblioteca elementar | Autor(a): Alberto Mussa | Editora(s): Record
Título: A tirania do amor | Autor(a): Cristovão Tezza | Editora(s): Todavia
Título: Cloro | Autor(a): Alexandre Vidal Porto | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Enterre seus mortos | Autor(a): Ana Paula Maia | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Entre as mãos | Autor(a): Juliana Leite | Editora(s): Record
Título: Eufrates | Autor(a): André de Leones | Editora(s): José Olympio
Título: Manual da demissão | Autor(a): Julia Wähmann | Editora(s): Record
Título: Mauricéa | Autor(a): Adrienne Myrtes | Editora(s): Selo Demônio negro
Título: Nunca houve um castelo | Autor(a): Martha Batalha | Editora(s): Companhia das Letras
Título: O pai da menina morta | Autor(a): Tiago Ferro | Editora(s): Todavia

Biografia, Documentário e Reportagem

Título: A guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil | Autor(a): Bruno Paes Manso, Camila Nunes Dias | Editora(s): Todavia
Título: À sombra dos viadutos em flor | Autor(a): Cadão Volpato | Editora(s): SESI-SP Editora
Título: Borboletas e Lobisomens | Autor(a): Hugo Studart | Editora(s): Francisco Alves Editora
Título: Carolina: uma biografia | Autor(a): Tom Farias | Editora(s): Malê
Título: Jorge Amado: uma biografia | Autor(a): Joselia Aguiar | Editora(s): Todavia
Título: O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada – volume 2 | Autor(a): Jô Soares, Matinas Suzuki Jr. | Editora(s): Companhia das Letras
Título: O Tiradentes: uma biografia de Joaquim José da Silva Xavier | Autor(a): Lucas Figueiredo | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Paletó e eu: memórias de meu pai indígena | Autor(a): Aparecida Vilaça | Editora(s): Todavia
Título: Povo xambá resiste: 80 anos da repressão aos terreiros em Pernambuco | Autor(a): Marileide Alves | Editora(s): Cepe Editora
Título: Wander Piroli: uma manada de búfalos dentro do peito | Autor(a): Fabrício Marques | Editora(s): Conceito Editorial

Humanidades

Título: Dicionário da escravidão e liberdade: 50 textos críticos | Autor(a): Lilia Moritz Schwarcz (org.), Flávio Gomes (org.) | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Direitos territoriais indígenas: uma interpretação intercultural | Autor(a): Julio José Araujo Junior | Editora(s): Editora Processo
Título: História, dialética e diálogo com as ciências: a gênese de formação do Brasil contemporâneo, de Caio Prado Jr. (1933-1942) | Autor(a): Paulo Teixeira Lumatti | Editora(s): Editora Intermeios
Título: Maquinação do mundo: Drummond e a mineração | Autor(a): José Miguel Wisnik | Editora(s): Companhia das Letras
Título: O lulismo em crise : um quebra-cabeça do período Dilma (2011-2016) | Autor(a): André Singer | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Presidencialismo de coalizão: raízes e evolução do modelo político brasileiro | Autor(a): Sérgio Abranches | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Ser republicano no Brasil colônia: a história de uma tradição esquecida | Autor(a): Heloisa M. Starling | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Sonhos da periferia: inteligência argentina e mecenato privado | Autor(a): Sergio Miceli | Editora(s): Todavia
Título: Uma história da desigualdade: a concentração de renda entre os ricos no Brasil 1926 – 2013 | Autor(a): Pedro H. G. Ferreira de Souza | Editora(s): Hucitec Editora
Título: Valsa Brasileira: do boom ao caos econômico | Autor(a): Laura Carvalho | Editora(s): Todavia

Eixo Livro

Capa

Título: James Joyce – um retrato do artista quando jovem e Epifanias | Capista: Diogo Droschi | Editora(s): Autêntica
Título: Letizia Battaglia: Palermo | Capista: Luciana Facchini | Editora(s): IMS
Título: Meu nome não é Pixote: o jovem transgressor no cinema brasileiro | Capista: Luciana Facchini | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
Título: O galo de ouro | Capista: Leonardo Iaccarino | Editora(s): José Olympio
Título: O quarto de Giovanni | Capista: Daniel Trench | Editora(s): Companhia das Letras
Título: Omar | Capista: Paulo Schmidt | Editora(s): Autor Independente
Título: Revela-te, Chico: uma fotobiografia | Capista: Augusto Lins Soares | Editora(s): Bem-te-vi Produções Literárias
Título: Sapientia: uma arqueologia de saberes esquecidos | Capista: Tereza Bettinardi | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
Título: Também os brancos sabem dançar: um romance musical | Capista: Pedro Inoue | Editora(s): Todavia
Título: Um cara qualquer | Capista: Francisco Martins | Editora(s): Primavera Editorial

Ilustração

Título: Beija-flores do Brasil | Ilustrador(a): Eduardo Parentoni Brettas | Editora(s): Marte
Título: Chão de peixes | Ilustrador(a): Lúcia Hiratsuka | Editora(s): Pequena Zahar
Título: Dois meninos de Kakuma | Ilustrador(a): Marie Ange Bordas | Editora(s): Pulo do Gato
Título: Donana e Titonho | Ilustrador(a): André Neves | Editora(s): Paulinas
Título: Enreduana | Ilustrador(a): Mariana Massarani | Editora(s): Companhia das Letrinhas / Companhia das Letras
Título: Manu e Mila | Ilustrador(a): André Neves | Editora(s): Brinque-Book
Título: Nem filho educa pai | Ilustrador(a): Odilon Moraes | Editora(s): SESI-SP Editora
Título: Olavo | Ilustrador(a): Odilon Moraes | Editora(s): Jujuba Editora
Título: Se eu abrir esta porta agora… | Ilustrador(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): SESI-SP EDITORA
Título: Se os tubarões fossem homens | Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): Edições Olho de Vidro

Impressão

Título: 70 anos da gráfica da UFRGS: (entre memórias e artes da impressão) | Responsável: Helena Araújo Rodrigues Kanaan, Michele Bandeira, Thaís Aragão | Editora(s): Editora da UFRGS
Título: A técnica do livro segundo São Jerônimo | Responsável: Gustavo Marinho de Carvalho | Editora(s): Imprensa oficial / Editora UNESP
Título: Bel Lobo e Bob Neri: vida é obra | Responsável: Ipsis Gráfica | Editora(s): Bazar do Tempo
Título: Bill Viola | Responsável: Adelcio Alberto Canolla | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
Título: Clementina Duarte 50 anos de arte e design | Responsável: Julio Gonçalves | Editora(s): Cepe Editora
Título: Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico | Responsável: Ipsis Gráfica e Editora | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
Título: Francisco João de Azevedo e a invenção da máquina de escrever | Responsável: Rodrigo Moura Visoni | Editora(s): Tamanduá
Título: Iole de Freitas : Corpo / Espaço : body / space | Responsável: Ipsis Gráfica e Editora | Editora(s): Editora Cobogó
Título: Roberto Landell de Moura, o precursor do rádio | Responsável: Rodrigo Moura Visoni | Editora(s): Tamanduá
Título: Um livro pra gente morar | Responsável: Gráfica e Editora Posigraf | Editora(s): Editora Positivo

Projeto Gráfico

Título: Almanaque brasilidades: um inventário do Brasil popular | Responsável: Lauro Machado | Editora(s): Bazar do Tempo
Título: Beatriz Milhazes: colagens | Responsável: Flávia Castanheira | Editora(s): Editora Cobogó
Título: Caminhos e legad