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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Teoria da Relatividade segundo Albert Einstein

Em 1915, Albert Einstein publicou a Teoria da Relatividade. Para provar a sua suposição, ele tirou como base a ideia da gravidade e aspectos como a deformação da massa no espaço-tempo.

O cientista utilizou dois objetos, um mais leve e um pesado, fazendo com que o primeiro passe perto do segundo. Com isso, ele viu que a massa pode relativizar o tempo, podendo torná-lo mais longo ou mais curto.

As leis da Física com referenciais nerciais e acelerados também foram levados em conta por Einstein, que acabou criando uma nova tese sobre a gravitação. Para que sua ideia fosse provada, ele "largou" o seu próprio conhecimento newtoniano de força e criou um.

Mais recentemente, pesquisadores internacionais analisaram cerca de 70 mil galáxias localizadas a uma distância de até 3,5 bilhões de anos-luz da Terra. Pela quantidade de luz que uma galáxia recebia da outra através da força gravitacional, os cientistas avaliaram que a teoria de Einstein é verdadeiramente consistente.

A teoria de Albert Einsten ganhou consistência após um estudo realizado por pesquisadores internacional, que observaram 70 mil galáxias localizadas a uma distância de até 3,5 bilhões de anos-luz da Terra. A luz que uma galáxia recebia da outra através da força gravitacional fez com que a teoria do cientista fosse caracterizada como verdadeira.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

La Mappa dell’Inferno, de Botticelli

Confesso que ainda estou intrigado em relação ao livro Inferno, de Dan Brown, e a Divina Comédia, de Dante Alighieri, que li em 2005, entretanto não dei a merecida devida importância.

Mais que isso, estou intrigado pela obra de Botticelli, La Mappa dell’Inferno, gostaria muito de vê-la de pertinho, mas parece que atualmente ela se encontra em algum museu em Berlim, alguns dos desenhos estão no Vaticano. Em nenhum link da internet, consegui ver o mapa com detalhes, apenas algumas partes.

Um dos méritos de Dan Brown é que ele realmente me instigou a pesquisar mais sobre A Divina Comédia. Eu não sou muito fã de poesia porque meu intelecto é limitado (rs) e eu tinha a mega pretensão de ler em italiano – desisti, rs. Mas estou considerando comprar a versão bilíngue, embora também esteja mega tentado a comprar a versão ilustrada.
Enfim…

La Mappa dell’Inferno também é conhecida como La Voragine dell’Inferno, ou abismo do inferno, é um dos pergaminhos que Botticelli fez para ilustrar a Divina Comédia de Dante. O Mapa mostra o inferno como o funil clássico e foi pintado entre 1480 e 1490. Parece que existem 92 pergaminhos. Sete deles estão na Biblioteca do Vaticano e 85 no Museu Kupferstichkabinett em Berlim. O Mapa do Inferno está atualmente em Roma.

A estrutura do Inferno criado por Dante é em forma de cone invertido, ou funil, que degrada em nove círculos até o centro da Terra, onde se encontra Lúcifer. Em cada círculo, os condenados são punidos por um pecado específico, de acordo com a seguinte estrutura:

Primeiro círculo: limbo (local para não batizados e pagãos);
Segundo círculo: luxúria;
Terceiro círculo: gula;
Quarto círculo: avareza;
Quinto círculo: ira e preguiça;
Sexto círculo: heresia;
Sétimo círculo: violência.

Ele é dividido em três anéis:
Anel externo: violência contra pessoas e propriedades;
Anel do meio: suicidas e devassos;
Anel interno: violência contra Deus (blasfêmia) e contra a natureza.
Oitavo círculo: fraude:

Chamado de Malebolde (que significa valas do mal), é dividido em dez valas ou fossas.

Primeira vala: sedutores;
Segunda vala: bajuladores;
Terceira vala: quem comete simonia (venda de favores divinos);
Quarta vala: feiticeiros, astrólogos e falsos profetas;
Quinta vala: políticos corruptos;
Sexta vala: hipócritas;
Sétima vala: ladrões;
Oitava vala: conselheiros fraudulentos ou malvados;
Nona vala: semeadores da discórdia;
Décima vala: falsificadores.
Nono círculo: traição:

O último círculo é dividido em outros quatro:
Primeiro círculo: traição a parentes;
Segundo círculo: traição a entidades políticas, como partidos, cidades ou países;
Terceiro círculo: traição a seus convidados;
Quarto círculo: traição a seus senhores ou benfeitores
Para quem quiser ver mais ilustrações por Botticelli, veja vídeos no YouTube sobre o tema. Para quem pretende ler Inferno e não conhece Firenze, o site Inside Inferno traz informações sobre os locais em que Langdon passa e também algumas fotos de Venezia e Istambul.

Alguém aí já leu a Divina Comédia ou tem curiosidade?

quarta-feira, 23 de março de 2016

Joana D’Arc reencarnação de Judas Iscariotes

Todos nós sabemos sobre as historias das vidas de Judas Iscariotes e de Joana D’arc, por isso que não vou estender sobre a historias de ambos que tem o mesmo espírito.

Depois do ato de suicido de Judas Iscariotes, e tendo passado pouco tempo no vale dos suicidas, ele estando com o espírito profundamente perturbado e enlouquecido, recebeu a visita de Jesus, que permaneceu três dias ao seu lado até que ele adormecesse; só depois desse gesto de amor e de perdão é que Jesus apareceu materializado a Maria Madalena, segundo o Evangelho de João (20: 11 a 18).

Judas obteve a oportunidade de reencarnar diversas vezes na Terra e a sua última reencarnação foi como Joana D'arc, a sua última prova, para resgatar seus débitos para com a sua própria consciência, e se tornar um espírito livre.

Como Joana D'Arc, aos 13 anos de idade começou a ter visões de São Miguel que falava-lhe sobre umas novas aparições, que seria as de Santa Catarina e Santa Margarida que viriam em nome de Deus para cumprirem uma missão, e dar as ordens a Joana D'arc para liderar a França na Guerra dos Cem Anos contra a Inglaterra, como já sabemos. Depois da vitória da França, Joana foi injustamente condenada por bruxaria, heresia e por blasfêmia, por receber tais mensagens, assim considerada bruxa ela foi levada pela Inquisição, onde queimou e sofreu seus últimos instantes na Terra. Ao desencarnar ela se encontrou com Santa Catarina e Santa Margarida, que lhe disseram que Jesus estava pela sua espera há muito tempo.

A seguir coloco a conversa que o consagrado escritor Humberto de Campos teve com Judas Iscariotes  em Jerusalém, às margens do Jordão, a conversa foi sobre a condenação de Jesus, é uma entrevista esclarecedora, ditada a Chico Xavier, em Pedro Leopoldo, em 19 de abril de 1935. Este texto é do livro "Crônicas de Além-Túmulo". Leiamo-la:

Nas margens caladas do Jordão, não longe talvez do lugar sagrado, onde o Precursor batizou Jesus Cristo, divisei um homem sentado sobre uma pedra. De sua expressão fisionômica irradiava-se uma simpatia cativante.

- Sabe quem é este? - murmurou alguém aos meus ouvidos. - Este é Judas.

- Judas?!...

- Sim. Os espíritos apreciam, às vezes, não obstante o progresso que já alcançaram, volver atrás, visitando os sítios onde se engrandeceram ou prevaricaram, sentindo-se momentaneamente transportados aos tempos idos. Então mergulham o pensamento no passado, regressando ao presente, dispostos ao heroísmo necessário do futuro. Judas costuma vir a Terra, nos dias em que se comemora a Paixão de Nosso Senhor, meditando nos seus atos de antanho...

Aquela figura de homem magnetizava-me. Eu não estou ainda livre da curiosidade do repórter, mas entre as minhas maldades de pecador e a perfeição de Judas existia um abismo. O meu atrevimento, porém, e a santa humildade do seu coração ligaram-se para que eu o atravessasse, procurando ouvi-lo.

- O senhor é, de fato, o ex-filho de Iscariotes? - perguntei.
- Sim, sou Judas - respondeu aquele homem triste, enxugando uma lágrima nas dobras de sua longa túnica.

Como o Jeremias, das Lamentações, contemplo às vezes esta Jerusalém arruinada, meditando no juízo dos homens transitórios...

- E uma verdade tudo quanto reza o Novo Testamento com respeito à sua personalidade na tragédia da condenação de Jesus?

- Em parte... Os escribas que redigiram os evangelhos não atenderam às circunstâncias e as tricas políticas que acima dos meus atos predominaram na nefanda crucificação. Pôncio Pilatos e o tetrarca da Galiléia, além dos seus interesses individuais na questão, tinham ainda a seu cargo salvaguardar os interesses do Estado romano, empenhado em satisfazer as aspirações religiosas dos anciãos judeus. Sempre a mesma história. O Sanedrim desejava o reino do céu pelejando por Jeová, a ferro e fogo; Roma queria o reino da Terra. Jesus estava entre essas forças antagônicas com a sua pureza imaculada. Ora, eu era um dos apaixonados pelas idéias socialistas do Mestre, porém o meu excessivo zelo pela doutrina me fez sacrificar o seu fundador. Acima dos corações, eu via a política, única arma com a qual poderia triunfar e Jesus não obteria nenhuma vitória. Com as suas teorias nunca poderia conquistar as rédeas do poder, já que, no seu manto e pobre, se sentia possuído de um santo horror à propriedade. Planejei então uma revolta surda como se projeta hoje em dia na Terra a queda de um chefe de Estado. O Mestre passaria a um plano secundário e eu arranjaria colaboradores para uma obra vasta e enérgica como a que fez mais tarde Constantino Primeiro, o Grande, depois de vencer Maxêncio às portas de Roma, o que, aliás, apenas serviu para desvirtuar o Cristianismo. Entregando, pois, o Mestre, a Caifás, não julguei que as coisas atingissem um fim tão lamentável e, ralado de remorsos, presumi que o suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos.

- E chegou a salvar-se pelo arrependimento?

- Não. Não consegui. O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois da minha morte trágica, submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus, e as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde, imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição, deixei na Terra os derradeiros resquícios do meu crime, na Europa do século XV Desde esse dia, em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentindo na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência...

- E está hoje meditando nos dias que se foram... - pensei com tristeza.

- Sim... estou recapitulando os fatos como se passaram. E agora, irmanado com Ele, que se acha no seu luminoso Reino das Alturas que ainda não é deste mundo, sinto nestas estradas o sinal de seus divinos passos. Vejo-O ainda na cruz entregando a Deus o seu destino... Sinto a clamorosa injustiça dos companheiros que O abandonaram inteiramente e me vem uma recordação carinhosa das poucas mulheres que O ampararam no doloroso transe... Em todas as homenagens a Ele prestadas, eu sou sempre a figura repugnante do traidor... Olho complacentemente os que me acusam sem refletir se podem atirar a primeira pedra... Sobre o meu nome pesa a maldição milenária, como sobre estes sítios cheios de miséria e de infortúnio. Pessoalmente, porém, estou saciado de justiça, porque já fui absolvido pela minha consciência no tribunal dos suplícios redentores.

Quanto ao Divino Mestre - continuou Judas com os seus prantos - infinita é a sua misericórdia e não só para comigo, porque, se recebi trinta moedas, vendendo-O aos seus algozes, há muitos séculos Ele está sendo criminosamente vendido no mundo a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões do ouro amoedado...

- E verdade - concluí - e os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-LO.
Judas afastou-se tomando a direção do Santo Sepulcro e eu, confundido nas sombras invisíveis para o mundo, vi que no céu brilhavam algumas estrelas sobre as nuvens pardacentas e tristes, enquanto o Jordão rolava na sua quietude como um lençol de águas mortas, procurando um mar morto.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A Hipocrisia do ser humano

O mundo está cheio de pessoas hipócritas, o pior é que os templos religiosos também estão. As pessoas fazem e dizem coisas para mostrarem que são bondosas e caridosas, mas na verdade são enganadoras. Os políticos agem dessa forma e muitas pessoas famosas também. Mas em algum momento os outros descobrirão quem realmente vocês são e o que fazem. 

“Ai de vocês, mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês são como túmulos pintados de branco, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de podridão. Por fora vocês parecem boas pessoas, mas por dentro estão cheios de mentiras e pecados.” (MATEUS 23 v. 27-28)

Muitos crentes são como esses fariseus de quem Jesus falou. São pessoas falsas, fingidas, mentirosas, com o coração cheio de maldade, ódio, inveja, rancor, ressentimento, mas se fazem de pessoas boas, corretas e muitas vezes enganam as pessoas com seu jeito de falar e sua maneira de agir, bajulando, se fazendo de amiga e conselheira. “O hipócrita que odeia esconde o seu ódio atrás da bajulação. Ele pode falar muito bem, mas não acredite no que ele diz porque o seu coração está cheio de ódio. Ele pode disfarçar, mas todos acabarão vendo a sua maldade.” (PROVÉRBIOS 26 v. 24-26)

Muitos falam de Deus e de Jesus, citam trechos da Bíblia, vão aos cultos, dão o dízimo, fazem parte de ministérios na igreja, saem para evangelizar, fazem um monte de coisas e tudo isso para quê? Para adorar e exaltar o nome de Deus? Não, com certeza não. Muitos fazem essas coisas para se mostrarem para os outros e para se acharem no direito de condenar os outros.

Meus irmãos, vocês pensam que Deus não vê o que vocês fazem? Vocês podem conseguir enganar as pessoas com essa falsidade, mas a Deus ninguém engana. Ele sabe que seu coração está cheio de escuridão e que suas ações são dirigidas pela sua natureza humana má e orgulhosa; que você fala que é um servo de Deus, mas julga as pessoas, discrimina, fala mal, ofende dizendo que elas vão para o inferno, que elas não são de Deus porque não estão na igreja. Deus vê os desejos reprimidos que estão dentro do seu coração e por isso você sente inveja dos outros, mas para que as pessoas não percebam você condena e fala mal das pessoas que fazem aquilo que você gostaria de fazer.

Muitas pessoas se acham corretas e não enxergam quantas coisas erradas fazem e dizem, quantos espíritos maus dominam suas vidas e seus corações. Não admitem para Deus que são pessoas que têm desejos guardados, sentimentos escondidos, que têm todo tipo de sentimento mau dentro delas.  São lobos disfarçados de ovelhas: reparam os outros, mas têm vontade de fazer o que eles fazem; falam mal dos outros, mas no passado cometeram os mesmos erros; ofendem as pessoas e se acham muito boas e caridosas.

Muitos fazem orações hipócritas, pois não dizem a verdade para Deus; não dizem o que realmente estão sentindo, gostam de se exibir para os outros falando palavras difíceis. Lembrem-se do que Jesus disse:

“- Quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas para serem vistos pelos outros. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando orar, vá para o seu quarto, feche a porta e ore ao seu Pai, que não pode ser visto. E o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa.” (MATEUS 6 v. 5-6)

Tem pessoas que oram assim: “Senhor, eu te agradeço pela família maravilhosa que Tu me deste, meu casamento abençoado, pelos meus filhos que são uma benção na minha vida...” Quando na verdade o casamento vai mal, os dois não se entendem, porque não existe amor entre eles. Os filhos são desobedientes, não têm amor nem respeito pelos pais. Como Deus pode ajudar essa pessoa se ela diz que tudo vai bem, quando na verdade tudo vai mal?

Deus não atende essas orações fingidas, pois Ele quer uma oração sincera onde a pessoa não esconda seus sentimentos, seus desejos e suas vontades.

Muitos pastores são hipócritas, pois pregam doutrinas que sua própria família não cumpre. Muitos deles fazem o que é errado (adulteram, roubam, mentem, são orgulhosos...), mas na igreja agem como se fossem homens corretos e justos. Como dizem as Escrituras Sagradas:

“Aqueles homens são apóstolos falsos e não verdadeiros. Eles mentem a respeito dos seus trabalhos e se disfarçam, apresentando-se como verdadeiros apóstolos de Cristo. E isso não é de admirar, pois até satanás pode se disfarçar e ficar parecendo um anjo de luz. Portanto, não é nada demais que os servidores dele se disfarcem, apresentando-se como pessoas que fazem o bem. Mas no fim eles receberão exatamente o que as suas ações merecem.” (II CORÍNTIOS 11 v. 13-15)

É por isso que os membros não aprendem nada de bom, não aprendem que para ser um servo de Deus precisam primeiramente se arrepender dos pecados que cometeram e precisam se libertar de toda imundície que existe dentro de seus corações. Ou vocês acham que vão entrar no Reino de Deus se não se arrependerem? Não adianta ir à igreja, dar o dízimo, ofertas, fazer jejum ou correntes na igreja se você não fizer o que Deus ensina.

Lembre-se de quem você era antes de conhecer a Jesus, o que você fazia com os outros e de quantas pessoas já fez sofrer por causa de sua ignorância. Lembre-se dos erros que você cometeu e não se ache no direito de apontar o erro dos outros.

Alguns dizem: “Nós somos de Jesus e não podemos nos comparar aos pecadores”. Agindo desse jeito você se torna pior do que eles, porque você diz que é um servo de Deus, mas age com hipocrisia, maldade, orgulho e envergonha o nome de Deus. Mas sabem por que vocês agem assim? Por que não sabem de nada, não lêem a Bíblia, não sabem o significado de suas mensagens, não têm sabedoria divina e não conhecem a Deus.

Todas as pessoas, crentes e não crentes, já cometeram muitos erros. Não há nenhum justo, não há ninguém que faça sempre o que é certo. O grande problema é que as pessoas fazem um monte de coisas erradas, mas quando entram para a igreja ou conseguem mudar de vida, abrem a boca para falar dos outros que cometem os mesmos erros que elas cometeram no passado. Meu irmão, se você errou, como pode querer condenar os outros? “Não importa quem você seja não tem desculpa de jeito nenhum. Porque, quando julga os outros e faz as mesmas coisas que eles fazem, você está condenando a você mesmo.” (ROMANOS 2 v. 1)

Vocês estão completamente cegos e enganados a respeito do que é ser um servo de Deus. A maioria dos crentes não o ama nem o respeita.

Vocês deveriam ser exemplos para os descrentes, mas são maus exemplos por causa do orgulho que tomou conta de seus corações. Na presença dos descrentes vocês se sentem melhores do que eles e dizem com orgulho que são de Jesus. Raça de cobras venenosas! Limpem esses corações, sejam humildes, respeitem e amem a todos como Jesus ensinou. Lembrem-se do que Ele disse: “Toda planta que o Meu Pai, que está no céu, não plantou será arrancada.” (MATEUS 15 v. 13)

Vocês não amam ao Pai, porque se amassem, amariam seus irmãos. As partes das Escrituras Sagradas que vocês deveriam colocar em prática vocês não colocam. Mas usam trechos da Bíblia para julgar e condenar os outros. Como dizem as Escrituras Sagradas:

“Se alguém diz: ‘Eu amo a Deus’, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Pois ninguém pode amar a Deus, a quem não vê, se não amar o seu irmão, a quem vê. O mandamento que Cristo nos deu é este: quem ama a Deus, que ame também o seu irmão.” (I JOÃO 4 v. 20-21)

Certa vez um pastor disse que gravou em CD algumas pregações, dizendo que Deus havia lhe dado sabedoria para que esse trabalho abençoasse muitas pessoas e que iria mudar a vida de quem ouvisse. Mas os CDs eram vendidos por um preço que poucos podiam pagar. Então quer dizer que só quem tem dinheiro vai ser abençoado? Uma pessoa que recebeu algo de Deus para ajudar as pessoas vai vender ao invés de distribuir gratuitamente para aqueles que precisam ouvir os ensinamentos de Deus? Na verdade esses CDs, livros, revistas vendidos para o povo não têm o objetivo de ajudar e sim de enriquecer quem os vende. Por isso uma pessoa hipócrita e gananciosa não pode fazer a obra de Deus.

Um rapaz contou que foi trabalhar para um senhor crente. Todos que trabalhavam com ele diziam que ele era muito ignorante e vivia repreendendo as pessoas. Certo dia o rapaz começou a cantar uma música evangélica, mas o senhor crente o repreendeu e o mandou parar de cantar dizendo que ele não era digno de cantar louvores a Deus porque não era da igreja.

E o rapaz perguntou a ele:

- O senhor se acha muito correto, não é?
- E o que você acha? Eu estou na igreja.
- Eu não acho, porque do modo que o senhor age e com essa ignorância não parece que serve a Deus.

Infelizmente muitos crentes são orgulhosos e se acham puros demais. A conduta de muitos que se dizem servos de Deus é vergonhosa.

Muitos pastores trazem vergonha ao nome de Deus. Por causa de pessoas como vocês é que as pessoas que não conhecem a Palavra, não querem nem ouvir falar de Deus.

“- Ai de vocês, professores da Lei e fariseus, hipócritas! Pois fecham a porta do Reino do céu aos outros, mas vocês mesmos não entram nem deixam entrar os que estão querendo.” (MATEUS 23 v. 13)

Jesus pregou a bondade, a misericórdia, a humildade e o amor. Hoje vocês pregam o orgulho, a discriminação e a cobiça.
           
Muitos crentes dizem que reconheceriam e acreditariam em Jesus se tivessem vivido naquela época. Mentirosos! Se hoje realmente reconhecessem Jesus como Filho de Deus e o Salvador de suas vidas, mostrariam respeito e amor pelas pessoas, porque foi isso que Ele ensinou.

Seja misericordioso com seus irmãos que conhecem e com os que não conhecem os ensinamentos de Deus. Ore e peça ao Espírito Santo para te ensinar a viver segundo a vontade de Deus e peça a Ele para te alertar quando estiver se desviando do caminho do Senhor.

Cada um de vocês sendo crente ou não deve analisar o que são e como agem, ao invés de procurar o erro nos outros. Deus vê o que vocês fazem e julga suas intenções. Por isso cuidado com a hipocrisia se não quiser ser condenado ao inferno.
      

Que Deus o abençoe!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

2015 – O ano do fracasso!

Começou com os tradicionais fogos de artifício, mas o ano de 2015 vai embora deixando no planeta uma sensação de fracasso. O projeto liberal que emergiu no final da Guerra Fria, com a proposta de um mundo mais integrado e aberto, sempre parecia resistir às intempéries. Agora parece fazer água, como escreve Ross Douthat no New York Times. Terrorismo, crise econômica, protecionismo, ascensão do populismo, polarização política – tudo isso contribui para deixar o ar mais carregado. Não há como deixar de sentir os ventos de uma era menos auspiciosa.

A situação brasileira é patética. Vivemos um momento único, uma confluência de crises econômica e política sem paralelo, sintetizadas na evolução do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Como já escrevi, há uma transformação no país equivalente às que sucederam a crise de 1929 ou a crise do petróleo nos anos 1970. O resultado ainda não está claro, mas a direção é inequívoca – um empobrecimento brutal de todos nós. Claramente, o país não encontrou liderança à altura do desafio.


Não é um acaso que o processo de impeachment tenha sido motivado pelo descalabro fiscal. O primeiro dever de um governo é zelar pela riqueza da nação. Se a Lei da Responsabilidade Fiscal justifica a saída da presidente da República, caberá às instituições decidir. O que está fora de questão é o descaso com que o governo tem tratado as contas públicas. Não há sinal mais eloquente disso do que a tragicomédia montada em torno do ajuste fiscal, que transformou, em um ano, um superávit de R$ 66 bilhões (1,2% do PIB) num déficit de R$ 120 bilhões (2,1%).

O caso brasileiro é apenas um entre tantos outros países emergentes que enfrentarão doravante um caminho mais duro para crescer. China, Rússia, Turquia, África do Sul e dezenas de outras nações estão, como nós, diante de um impasse. A abundância de capital que sustentava os investimentos e a alta nos preços das matérias-primas ficou no passado. Sem saltos de produtividade, será impossível manter o nível de vida da população. Você ainda encontrará nos jornais anúncios das Casas Bahia vendendo o último modelo de iPhone. Difícil será achar quem compre.

O projeto de fronteiras mais abertas e maior integração comercial no mundo também sofreu um revés com a crise da Grécia, afundada em dívidas impagáveis, e o quase colapso do euro. O resultado do desaparecimento de R$ 14 trilhões de dólares de riqueza no planeta na crise de 2008 foi um recrudescimento dos sentimentos protecionistas e nacionalistas em toda parte.


A crise dos refugiados tomou conta da Europa e fortaleceu o discurso de populistas como o húngaro Viktor Orbán e a francesa Marine Le Pen. Mesmo nos Estados Unidos, Donald Trump lidera as pesquisas para as primárias republicanas com seu discurso anti-imigração. Num cenário polarizado, socialistas como o britânico Jeremy Corbyn ou o americano Bernie Sanders ganham um espaço jamais visto no Ocidente desde o fim da União Soviética.

O populismo também se alimenta de um outro ingrediente: o medo do terror. Os atentados em Paris, no começo e no final do ano, trouxeram o drama para a capital do Iluminismo. A ascensão do Estado Islâmico no Oriente Médio e de seu projeto islamofascista criou um ímã para a juventude muçulmana europeia deprimida e desesperançada com a crise. O Ocidente simplesmente ainda não sabe o que fazer com o problema – e basicamente não faz nada.  No vácuo, cresce a influência do russo, Vladimir Putin, que nada tem de iluminista.

Apesar da fanfarra em torno do Acordo de Paris, seu efeito nas mudanças climáticas ainda é duvidoso. Nossa maior arma para evitar as catástrofes previstas pelos cientistas tem sido, paradoxalmente, a queda na atividade econômica. Mas a pobreza absoluta tem caído ano após ano – eis aí uma boa notícia. Com ela, cresce o consumo e a necessidade maior de exploração dos recursos naturais. As promessas feitas em Paris são insuficientes para resolver esse problema.

Se o terrorismo islâmico e as mudanças climáticas ainda são questões aparentemente intratáveis, nem tudo é assim. A maior arma para combatermos o desalento ainda é a democracia. Na Argentina e na Venezuela, governos populistas sofreram derrotas significativas nas urnas. É improvável que Trump ou Sanders vençam qualquer eleição nos Estados Unidos, Marine Le Pen na França ou Corbyn no Reino Unido. Nos anos adiante, não haverá recado mais claro da população mundial para seus líderes do que tirar o populismo e a demagogia da frente. Aqui no Brasil também.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Spinning define pernas e bumbum e aumenta a resistência

Pegar pesado no ciclismo indoor traz resultados garantidos


Conhecido como o "detonador de calorias", o spinning é uma das aulas mais disputadas das academias. E não é por menos. Ele queima gorduras, fortalece os músculos e, de quebra, aumenta a resistência cardiovascular e respiratória.

O gasto energético varia de 500 a 700 calorias por hora, dependendo da intensidade da aula e do condicionamento físico do praticante. "O emagrecimento é realmente o grande benefício que este exercício proporciona", explica Cleneildo Dias, professor da A Dois Academia.

Ele ressalta outros benefícios da prática regular de spinning, como a ativação cardiorrespiratória, o, fortalecimento dos membros inferiores (pernas e glúteos), do abdômen e da região lombar. "A atividade contribui ainda para a redução do colesterol, da pressão arterial, ajuda no controle do diabetes e diminui o risco de doenças coronarianas", completa. 

Com tantos benefícios, é de se entender porque o ciclismo indoor se consagrou no horário nobre das academias. Se você está começando agora, a dica é usar uma bermuda acolchoada, ou levar um banco de gel. O selim da bicicleta é muito duro e estreito para quem não está acostumado.

Hora de regular a bike

Primeiro, coloque o banco na altura dos seus ossinhos do quadril. Depois, certifique-se que ele não está muito para frente nem para trás. Para isso, sente-se no banco, com os pés paralelos ao chão, e veja se seus joelhos ficam alinhados com o tornozelo. Regular o guidão também é fácil. A distância dele para o banco deve ser do mesmo comprimento do seu antebraço, com os dedos estendidos. Lembrando que o guidão deve ficar sempre mais alto que o banco. Depois, suba na bike e verifique se falta algum ajuste. E lembre-se: a maior parte das lesões está relacionada à má regulagem do equipamento.

As aulas de spinning são frequentadas por homens e mulheres, entre 15 e 60 anos, que demonstram um perfil ativo e buscam uma atividade com grande dispêndio de energia física. Mas atenção às contra-indicações. "Não devem encarar o exercício pessoas que tem problemas cardíacos severos e elevados graus de comprometimento dos joelhos e coluna", explica Cleneildo. Se praticar spinning de duas a três vezes por semana, você verá os resultados mais significativos a partir dos dois meses.


Acessórios

Tenha sempre a mão uma toalhinha, para enxugar as mãos e evitar que elas escorreguem no guidão. Também carregue uma garrafinha com água ou isotônico para se reidratar. Essa segunda opção repõe os sais minerais e carboidratos perdidos durante o exercício, dando mais disposição aos atletas. Mas se sua intenção é perder peso, lembre-se: a bebida é calórica. Também vale a pena investir em um frequencímetro, uma espécie de cinto, colocado na cintura, que mede os batimentos cardíacos. Assim, fica mais fácil saber se você está na zona-alvo, para queima de gorduras.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Historiador revela mais provas de que Brasil foi descoberto no RN

Duas mil milhas separam a cidade de Touros, no Rio Grande do Norte, a Porto Seguro, na Bahia. Mas poucos sabem que ambas possuem um ponto em comum: o descobrimento do Brasil. Pois é. A polêmica em torno do lugar exato onde Pedro Álvares Cabral desembarcou pela primeira vez no país voltará à tona nos próximos meses.

O professor universitário Lenine Pinto, historiador e responsável por uma ampla pesquisa em torno do assunto, está finalizando mais um livro, desta vez intitulado “O Bando do Mar”. Na obra, dará continuidade ao seu primeiro livro, que tornou famosa a polêmica tese de que o Brasil foi descoberto no Rio Grande do Norte.

No ano de 1998 Lenine Pinto publicou a primeira edição do livro, que tinha por título “A Reinvenção do Descobrimento”. Naquela época a publicação foi destaque nacional pela abordagem da temática do descobrimento, e rendeu ao professor a participação em diversas palestras e programas de televisão.

Em entrevista recente, o docente afirmou estar animado com o novo trabalho, que ele já vem desenvolvendo desde 2007 e pretende lançar no próximo mês de novembro, durante um encontro de escritores em Natal.

“Neste novo trabalho pretendo apresentar aos leitores mais detalhes desse importante período de nossa história, detalhes estes que não estavam na primeira edição”, relatou.

Entre os pontos que o professor destaca como fundamentais para a tese da descoberta aqui no Rio Grande do Norte está o fato de Pedro Álvares Cabral, no dia em que implantou o Marco de Posse na praia de Touros, ter convocado todos os capitães para uma reunião em seu navio.

No encontro ele perguntou aos capitães se não seria conveniente enviar um navio de volta a Lisboa para contar ao rei Dom Manoel que eles tinham achado a terra. Ao saber da notícia, o rei de pronto já se dispôs a mandar, no ano seguinte.

Outro ponto que ele ressalta é que Pero Vaz de Caminha, ao descrever a descoberta da terra, disse que a primeira coisa que viu foi um monte alto e redondo, que seria o Pico do Cabugi, segundo a tese de Lenine Pinto. O Monte Pascal, na Bahia, é uma torre, é cortado e não tem pico. “Isso aí é um atestado claro do descobrimento aqui”, ressalta.

O professor também detalhou que o pau brasil nascia aqui no Rio Grande do Norte e se estendia até Cabo Frio, com uma interrupção na Bahia. “Em Porto Seguro não tinha Pau Brasil, muito menos açúcar, essenciais para a economia da época”, completou.

Reivindicação histórica

Questionado sobre a passividade de políticos do RN em reivindicar uma possível correção histórica sobre a descoberta do Brasil, o professor foi bem direto em sua resposta. “Os políticos do Rio Grande do Norte, em outro caso, entregaram a Pernambuco a Ilha de Fernando de Noronha; eles não têm interesse em ajudar a história, não ligam para o nosso registro”, desabafa.

Como benefício ao Estado por essa possível correção histórica, o educador prevê que a mudança poderia ajudar muito a atividade turística potiguar, gerando mais atratividade para o RN.